O Homem de Seis Milhões de Dólares

Ficha-Técnica

Título: O Homem de Seis Milhões de DólaresCyborg (The Six Million Dollar Man / 1973-78 / EUA / Cor)
Gênero: Ficção Científica
Criação: Martin Caidin
Produtora: Harve Bennett Productions, Silverton Productions e Universal Television
Produtor Executivo: Harve Bennett
Produtor: Kenneth Johnson
Elenco: Lee Majors (Steve Austin), Richard Anderson (Oscar Goldman), Martin Balsam (Dr. Rudy Wells [filme piloto]), Alan Oppenheimer (Dr. Rudy Wells [temporadas 1 e 2]), Martin E. Brooks (Dr. Rudy Wells [temporadas 3-5 e três longas]), Lindsay Wagner (Jaime Sommers), Jennifer Darling (Peggy Callahan), Darren McGavin (Oliver Spencer)
Formato: 99 episódios de 50 minutos de duração em cinco temporadas, mais seis longas-metragens produzidos para a tevê
Exibição Original: três longas-metragens (1973, ABC), cinco temporadas (18/01/1974 a 06/03/1978, ABC), mais três longas posteriores (1987, 1989, 1994, ABC)
Distribuição no Brasil: MCA Filmes
Dublagem: Herbert Richers / RJ
Exibição no Brasil: TV Globo, TV Record, TV Bandeirantes, Canal USA (TV paga), Rede Brasil (atualmente)

A Série

O Homem de Seis Milhões de Dólares (também conhecido por Cyborg) é uma série norte-americana de tevê sobre um ex-astronauta com implantes biônicos que trabalha para a OSI, cujo significado varia entre Escritório de Inteligência Científica (The Office of Scientific Intelligence), Escritório de Investigação Científica (The Office of Scientific Investigation) ou Escritório de Inteligência Estratégica (The Office of Strategic Intelligence).

A série é baseada no romance “Cyborg”, publicado em 1972 por Martin Caidin. Foi ao ar pela rede de televisão ABC como uma série, de 1974 a 1978, após três longas-metragens produzidos em 1973 para a tevê. O papel-título de Steve Austin foi interpretado por Lee Majors que, por conseguinte, se tornou um ícone da cultura pop dos anos 1970.

Um spin-off (derivado) da série foi produzido e chamou-se A Mulher Biônica (The Bionic Woman, 1976-1978), assim também como vários longas para tevê, dando destaque aos dois heróis.

O pano de fundo da história do romance original e da série posterior de tevê começa com o coronel e ex-astronauta Steve Austin sofrendo um acidente aéreo com um modelo Northrop M2-F2, uma espécie de aeronave denominada Corpo Sustentante (nome atribuído à sua capacidade de conduzir sustentação própria sem o auxílio de asas), mostrado nos créditos de abertura. Austin fica gravemente ferido por conta do acidente e acaba sendo “reconstruído” em uma operação experimental que custou seis milhões de dólares. Seu braço direito, suas duas pernas e seu olho esquerdo foram substituídos por implantes “biônicos” que fazem sua força, velocidade e visão muito mais desenvolvidas que o normal: ele pode correr a uma velocidade de 97 km/h e seu olho esquerdo possui uma lente cujo alcance de zoom é 20 vezes maior do que o normal (no romance escrito, trata-se de uma câmera) e capacidades infravermelhas. Todos os seus membros possuem a força equivalente a de uma escavadeira. Ele usa suas habilidades desenvolvidas para trabalhar para a OSI como um agente secreto (e como uma cobaia para experimentos biônicos).

Na sequência de abertura, o narrador (voz de Harve Bennett, o produtor da série), discorre sobre o protagonista, “Steve Austin, astronauta. Um homem que mal sobreviveu”. Richard Anderson, no personagem de Oscar Goldman, narra fora da câmera, “Senhores, nós podemos reconstruí-lo. Nós temos a tecnologia. Nós temos a capacidade de fazer o primeiro homem biônico do mundo. Steve Austin será esse homem. Melhor do que ele era antes. Melhor… mais forte… mais rápido”. Durante a primeira temporada, começando com O Homem de Seis Milhões de Dólares: “População Zero,” Anderson, na pele de Goldman, simplificou a fala: “Nós podemos reconstruí-lo. Nós temos a tecnologia. Nós podemos fazê-lo melhor do que ele era. Melhor… mais forte… mais rápido.” Durante a operação, quando os implantes biônicos estão sendo instalados nele, uma lista de itens e números é mostrado na tela e seus poderes implantados são descritos como “atômicos”.

O livro de Caidin tornou-se um best-seller quando foi publicado em 1972. Assim, o autor deu sequência a mais três romances: “Cyborg II: Operation Nuke”, “Cyborg III: High Crystal” e “Cyborg IV” (sem subtítulo), respectivamente sobre o mercado negro de armas nucleares, uma hipótese sobre as Carruagens dos Deuses, e a fusão dos implantes biônicos de Austin a uma aeronave espacial. Mas,   nenhuma dessas três premissas foram utilizadas na série de tevê.

Os Filmes de 1973 (pré-série)

Em março de 1973, “Cyborg” foi livremente adaptado para um filme feito para tevê intitulado “The Six Million Dollar Man: The Moon and The Desert”, com Majors estrelando como Austin. A adaptação foi feita pelo escritor Howard Rodman trabalhando sob o pseudônimo de Henri Simoun. O filme, que foi indicado ao Hugo Award, modificou a trama de Caidin e notavelmente fez de Austin um astronauta civil em vez de um coronel da Aeronáutica dos Estados Unidos. Ficaram de fora alguns dos destaques padrões que só surgiriam futuramente na série: os efeitos sonoros eletrônicos, a corrida em câmera lenta de Austin e o personagem de Oscar Goldman. Eem vez disso, outro personagem chamado Oliver Spencer, interpretado por Darren McGavin, foi o supervisor de Austin, de uma organização intitulada The OSO. No romance, OSO significa Office of Special Operations (Escritório de Operações Especiais). O curioso é que a CIA realmente possuía um Escritório de Inteligência Científica, ou OSI, durante os anos 1970.

O cientista líder, responsável na implantação dos recursos biônicos em Austin, Dr. Rudy Wells, foi interpretado no filme piloto por Martin Balsam, uma vez ou outra, pelo ator Alan Oppenheimer, e, finalmente, já firmado pelo ator Martin E. Brooks como intérprete fixo do personagem do cientista. Austin não usa suas habilidades de seu olho biônico durante o filme um momento sequer.

O primeiro longa atingiu picos de audiência e deu sequência a mais dois filmes feitos para a tevê em outubro e novembro de 1973. O primeiro foi intitulado “The Six Million Dollar Man: Wine, Women and War” e o segundo foi intitulado “The Six Million Dollar Man: The Solid Gold Kidnapping”, que por sua vez, deu sequência a estreia, em janeiro de 1974, da série semanal de uma hora, O Homem de Seis Milhões de Dólares (The Six Million Dollar Man).

Os dois últimos filmes, produzidos por Glen A. Larson, notavelmente apresentou um quê de James Bond à série e solidificou o status de Austin do livro como um Coronel da Aeronáutica. A série propriamente dita, por sua vez, produzida por Harve Bennett, dispensou o brilho a lá James Bond dos filmes, dando lugar a um Austin mais realista.

Repercussão da Série e o Spin-off “A Mulher Biônica”

O programa O Homem de Seis Milhões de Dólares foi muito popular durante sua transmissão e apresentou à audiência muitos elementos da cultura pop dos anos 1970, tais como o bordão de abertura da série (“Nós podemos reconstruí-lo… nós possuímos a tecnologia”, fornecido por Richard Anderson no seu personagem de Oscar Goldman). As sequências de ação em câmera lenta foram originalmente referidas como “câmera lenta em Kung Fu” na cultura popular (devido ao seu uso na famosa série de artes marciais Kung Fu na década de 1970), mas tornou-se mais notável em O Homem de Seis Milhões de Dólares. Nos primeiros episódios, assim como nos longas para tevê, não houve uma consistência no que se referia ao uso de efeitos biônicos até a segunda temporada.

Em 1975, um episódio de duas partes intitulado “The Six Million Dollar Man: The Bionic Woman” (O Homem de Seis Milhões de Dólares: A Mulher Biônica), escrito para tevê por Kenneth Culver Johnson, apresentou a personagem Jaime Sommers (interpretada por Lindsay Wagner), uma jogadora de tênis profissional e antigo interesse amoroso de Austin, que sofreu um acidente de para-quedismo, cujo resultado foi ela receber implantes biônicos similares aos de Austin. No entanto, seu corpo rejeitou esses implantes e ela veio a falecer. Não obstante, a personagem tornou-se muito popular e, na temporada seguinte, foi revelado que ela mal havia sobrevivido, tendo sido salva por um procedimento criogênico experimental. Ela ganhou sua própria série, A Mulher Biônica (The Bionic Woman), que durou até 1978, ano em que foi cancelada, juntamente com Cyborg.

Longas para TV (pós-série: 1987-1994)

Steve Austin e Jaime Sommers retornaram em mais três longa-metragens pós-série feitos para tevê: “The Return of the Six Million Dollar Man and the Bionic Woman” (1987), “Bionic Showdown” (1989) – com participação especial da atriz Sandra Bullock em um primeiro papel como a nova mulher biônica; e “Bionic Ever After?” (1994) onde Austin e Sommers finalmente se casam. Majors repetiu seu papel de Steve Austin em todas as três produções, que também contou com as participações de Richard Anderson e Martin E. Brooks, e Lindsay Wagner reprisando seu papel de Jamie Sommers. As três produções-reuniões remeteram a amnésia que Sommers tinha sofrido durante a série original, e dois dos longas tem a participação do filho de Majors, Lee Majors II, como o agente da OSI Jim Castillian. Os primeiros dois filmes foram escritos em antecipação a criação de novos personagens biônicos para séries próprias, mas nada referente a esses novos personagens jamais foi visto ou feito posteriormente.

Os Implantes Biônicos

• Olho esquerdo biônico: equipado com uma lente com zoom, que ampliava a visão normal em 20 vezes e também permitia enxergar à noite. O letreiro de 20.2:1 foi conseguido por computação gráfica e foi usada na abertura. No texto original de Caidin, o olho de Austin era uma câmara comum que ele podia remover após o uso, tornando-se cego do lado esquerdo. Mais tarde, o olho ganhou a habilidade de emitir raios laser (esta habilidade foi mostrada na primeira revista em quadrinhos The Six Million Dollar Man, publicada pela Charlton Comics, publicada no Brasil pela Editora Bloch e EBAL mas não aparece na série).

• Pernas biônicas: permitiam-no correr pelo menos 90 quilometros por hora.

• Braço direito biônico: além de aumentar a força de Austin, o braço era equipado com um contador Geiger (introduzido no episódio “The Last of the Fourth of Julys”).

Os implantes podem falhar sob frio intenso, mas retomam as funcionalidades na temperatura ambiente. Quando Austin usava seus implantes, eram ouvidos ruidos eletrônicos característicos da série.

Principais Personagens

Oscar Goldman

• Steve Austin – Coronel da Aeronáutica, interpretado por Lee Majors.

• Oscar Goldman – Diretor da OSI, interpretado por Richard Anderson.

• Dr. Rudy Wells – Médico que usou a tecnologia dos implantes biônicos. Interpretado por Martin Balsam (filme piloto) / Alan Oppenheimer (temporadas 1 e 2) / Martin E. Brooks (temporadas 3-5, na série A Mulher Biônica e em três filmes).

• Jaime Sommers – A Mulher Biônica, interpretada por Lindsay Wagner.

• Peggy Callahan – Secretária de Oscar Goldman, interpretada por Jennifer Darling.

• Oliver Spencer – Diretor da OSO no filme piloto, interpretado por Darren McGavin.

No Brasil, o personagem de Steve Austin foi dublado nos estúdios Herbert Richers por Jorge Ramos. Em meados da 2ª Temporada, foi substituído pelo saudoso André Filho (1946/97), morto precocemente aos 50 anos. A série foi exibida entre 1974/76 na extinta TV Tupi, aos sábados, 21h. Ainda nos anos 1970 e 80, as exibições foram pela TV Globo, TV Record e TV Bandeirantes. Já nos anos 1990, pôde ser vista pelo canal de TV paga USA e, atualmente, está em exibição pela Rede Brasil Brasil de Televisão (consulte horários aqui). A série não foi oficialmente lançada em DVD em nosso país.

Lee Majors

Lee Majors (nascido Harvey Lee Yeary no dia 23/04/1939 em Wyandotte, Michigan) é um ator de televisão, cinema e dublador, mais conhecido por seus papéis como Heath Barkley na série de western The Big Valley (1965/69), como o Coronel Steve Austin em O Homem de Seis Milhões de Dólares (The Six Million Dollar Man, 1973/78) e como o dublê cinematográfico Colt Seavers na série Duro na Queda (The Fall Guy, 1981/86). Ele também é conhecido como o sócio e amigo de Owen Marshall, Jess Brandon, na série Owen Marshall: Counselor at Law (1971/74).

Enquanto Majors era um estudante na Middlesboro High School, participou de muitos esportes, desde circuito até futebol americano. Se  formou em 1957 e ganhou uma bolsa de estudos na Indiana University, onde novamente competiu em campeonatos esportivos. Majors se transferiu para a Eastern Kentucky University no ano de 1959 em Richmond, Kentucky. Lá, jogou sua primeira partida, mas sofreu uma séria lesão nas costas que o deixou paralisado por duas semanas, terminando assim sua carreira universitária nos esportes. Após a lesão, a arte de atuar chamou sua atenção e ele atuou em peças na Pioneer Playhouse em Danville, Kentucky. Majors se formou na Eastern em 1962, com diploma em História e Educação Física.

Depois de se graduar, Lee recebeu uma oferta para fazer um teste em um time de futebol americano, o St. Louis Cardinals. Em vez disso, mudou-se para Los Angeles e arrumou um trabalho no Los Angeles Park and Recreation Department como diretor de recreação no North Hollywood Park, isso após uma breve atuação pela nova franquia de futebol Boston Patriots como segurança. Em Los Angeles, Majors conheceu muitos atores e profissionais da indústria do cinema, incluindo Dick Clayton — que havia sido o agente do ator James Dean — e Clayton sugeriu que ele frequentasse sua escola de atores. Naquela época, ele escolheu o nome artístico Lee Majors como uma homenagem a um herói de sua infância, Johnny Majors, que foi um jogador e técnico na Universidade do Tennesse. Majors também estudou na escola de atores Estelle Harmon, na MGM.

Aos 25 anos, Majors obteve seu primeiro, porém não creditado, papel em Strait-Jacket (1964), no qual estrelava a atriz Joan Crawford. Após aparecer em um episódio da série Gunsmoke, em 1965, Majors estrelou como Howard White em um episódio de The Alfred Hitchcock Hour, chamado “The Monkey’s Paw – A Rettelling”, baseado em uma curta história escrita por W. W. Jacobs naquele mesmo ano.

Majors teve uma grande reviravolta quando derrotou cerca de 400 jovens atores candidatos — incluindo Burt Reynolds — para co-estrelar o papel de Heath Barkley em uma nova série de faroeste na ABC, Big Valley (The Big Valley, 1965/69) no qual a estrela era Barbara Stanwyck. Também estrelou outra novata, Linda Evans, que fazia a irmã mais nova de Heath, Audra. Richard Long e Peter Breck interpretaram seus irmãos Jarrod e Nick, respectivamente.

Big Valley foi um sucesso imediato. Majors estava cogitado para atuar no filme “Parceiros da Noite” (Midnight Cowboy, 1969), mas devido a um conflito de agenda por conta da série, teve de recusar o papel, que foi para Jon Voight.

Quando Big Valley foi cancelada em 1969, Majors assinou um contrato de longo prazo com a Universal Studios. Em 1970, Majors juntou-se ao elenco de O Homem de Virgínia (The Virginian, 1962/71) em sua última temporada.

Em 1971, o ator fez o papel de Jess Brandon – sócio de Arthur Hill — na série Owen Marshall: Counselor at Law (1971/74), onde conquistou boas críticas durante suas três temporadas na rede ABC. Em um episódio, sua então namorada Farrah Fawcett foi convidada especial. Após isso, ele atuou em mais dois seriados de tevê de sucesso, o já mencionado e abordado Cyborg (1973/78), como o Coronel Steve Austin, e Duro Na Queda (The Fall Guy, 1981/86), como o dublê cinematográfico Colt Seavers, ambos pela Universal.

Farrah Fawcett e Lee Majors casaram-se em 1973

No fim dos anos 1980 e início dos 90, Majors repetiu seu papel de Steve Austin em três filmes feitos para tevê e emprestou sua voz a várias séries animadas e vídeo games. Em meados de 2003, Majors foi submetido a uma cirurgia de ponte de safena.

O ator, que ainda está na ativa e participa atualmente de produções para o cinema, casou-se quatro vezes:

• Kathy Robinson (1961/64) cujo único filho do casal, Lee Majors II (nascido em 08/04/1962) chegou a participar em um episódio de Duro na Queda e em três filmes pós-série em O Homem de Seis Milhões de Dólares / A Mulher Biônica com seu pai.

• Farrah Fawcett, famosa atriz da série As Panteras (Charlie’s Angels), (casaram-se em 28/07/1973 e separaram-se em 1979). Nos seis primeiros anos de casamento ela adotou o nome de Farrah Fawcett-Majors. Em 1976, o casal estrelou simultânea e separadamente suas respectivas séries de sucesso: Cyborg e As Panteras. Após a separação, Fawcett deu uma declaração marcante na época: “Se ele é o homem de seis milhões dólares, eu sou a mulher de dez bilhões de dólares”. Quando Fawcett morreu, em 25/06/2009, após uma longa batalha de três anos contra um câncer no reto, Majors fez a seguinte declaração: “Ela enfrentou uma tremenda batalha contra uma terrível doença. Ela era um anjo na terra e agora é um anjo eterno”.

• Karen Velez, modelo da Playboy, (1988/94), tiveram uma filha, Nikki Loren, e os gêmeos Dane Luke e Trey Kulley.

• Faith Majors, atriz e modelo (de 01/11/2002 até hoje).

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O autor desta matéria é Alexandre Marques Silva. Escreva para nós e faça seus comentários.
Agradecimentos a  Rodrigo Machado.

Multimídia

Clique e assista a abertura de O Homem de Seis Milhões de Dólares com a dublagem original brasileira, gravada pelos estúdios Herbert Richers.

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14 Comentários

  1. Rodrigo disse:

    Sou muito fã das duas séries “Homem de 6 Milhões de Dólares e Mulher Biônica”,pena que a Rede Brasil assim como a UlbraTV esta exibindo essas versões remasterizadas editadas por colecionadores,pois especialmente no caso da Mulher Biônica são vários cortes sem o áudio original,inclusive em cenas de ação.Além do fato de serem transmissões politicamente incorretas,porém,isso já é outra estória,rs.Claro que para quem não assiste faz tempo acaba mesmo assim valendo a pena e por vezes isso passa despercebido,mas creio que nós fãs dessas maravilhosas séries merecíamos mais consideração da Universal aqui do Brasil e podermos assistir essas séries do jeito que elas foram exibidas sempre,sem corte,com o áudio sem estar corrido,a famosa “voz de pato”,que agente percebe tbm no áudio dessas exibições da Rede Brasil e UlbraTV,muita gente já tem esses DVDs remasterizados “pirateados”.Mas anseio que ainda nosso sonho de revermos essas séries talves pelo TCM ou alguma emissora que as exiba completas,possa se tornar realidade,rs…ou quem sabe ainda lancem os DVDs por aqui,ops..acho que dai já é sonhar demais ;)

  2. MARCO A. R. CAMPOS disse:

    Mais um excelente seriado que merecia ser lançado em dvd aqui.

  3. Antonia Nascimento disse:

    concordo con vc,Marcos A,r. campos

  4. Gostaria muito que as séries clássicas O Homem de Seis Milhões
    de Dólares e A Mulher Biônica fossem disponibilizados em DVD.
    E estou torcendo bastante para que isso aconteça o mais breve
    possível.

  5. LUIS CLAUDIO disse:

    Adorei a matéria! Vocês da retro tv estão de parabens. O site havia ficado chato mas agora esta ficando bom como era antes

  6. Patricia disse:

    Concordo com o Rodrigo mais acima,parece quase um “sonho” agente pensar que ainda lancem em DVD essas séries.Também adoro a Mulher Biônica,assistia muito na adolescência,maior saudades….

  7. Muito bom lembrar desses momentos felizes da vida quando eu ainda era um menino.Assistir essas séries era uma obrigação de tão boas que eram.Tempos mágicos da tv.

  8. muito bom apesar de efeitos simples com pouco orçamentos,mas eram,originais com conteúdo,roteiro muito bons principalmente do homem de seis milhões de dólares,e a mulher biônica também era boa a serie e era linda a atriz.Pena que a quarta e quinta temporada do homem de seis milhões de dólares não cheguei a ver os filmes, mas procuro vê-los em breve e espero ver em tv e em dvd…

  9. Marco Antonio disse:

    Pessoal,

    Não precisam ficar só na vontade! Dêem uma olhada no site http://www.videoseries.com.br. Eles são sérios. Já comprei várias vezes sem qualquer problema. Os discos são de excelente qualidade! Vale a pena!

  10. Adonias disse:

    Bom dia amigos,também sou fã das séries classicas e inclusive dessas,tantas coisas fracas(pra ñ dizer outra coisa)passa no canal VIVA,bom deixa pra la,a nossa querida rede globo ñ iria se dar ao luxo de nos ouvir,é como o nosso amigo Rodrigo disse,seria um sonho tudo isso na tv.

  11. valdemiro disse:

    Tenho 50 anos lembro quando assistia esses filmes na minha
    adolescencia, no outro dia todo mundo queria imitar o homem
    biônico, saudades…

  12. Foi muito legal ver que alguém ainda se lembra desse maravilhoso filme,assim como eu.Já tentei assistir pela internet mais não consegui,mas valeu foi muito bom relembrar.

  13. Marcius disse:

    Eu gostava muito deste seriado. Lendo a matéria eu fiz uma viagem à minha infância. Muito legal!

  14. ANTONIO CORDEIRO disse:

    PENA QUE NAO ACHAMOS ESTE FILME PRA ASSISTIR MAIS

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